Nesta sessão você conhecerá os termos mais comuns, muitos detalhes, curiosidades e uma boa sugestão de como guardar e conservar uma coleção de palhetas!!!

 

O Nome

O nome em português "PALHETA", em inglês "PICK", ou ainda "PLEC" tem origem na palavra PLECTRUM (ou PLECTRA, no plural). Mas o que significa esta palavra?

De acordo com o que Will Hover diz em seu belo livro denominado: "Picks! The Colorful Saga of Vintage Celluloid Guitar Plectrums" (Miller Freeman Books, San Francisco, CA, © 1995), a definição de plectrum é:

 

plectrum / plek'tram / n., pl., plectra/plectrums [L, fr. Gk. plectron]

1. Um pequeno pedaço de madeira, metal, marfim, etc. para tocar as cordas de uma lira, bandolim, guitarra, etc.

 

Bem... um pouco mais familiarizado com as denominações, vamos então ver alguns outros detalhes e curiosidades interessantes sobre o fantástico "Mundo das Palhetas"... e de uma forma gostosa: com ilustrações!!!

 

A Origem

Tal como tantas estórias sobre inúmeros artefatos, a origem das palhetas, assim como a dos próprios instrumentos de corda, perdeu-se no tempo. Alguns historiadores afirmam ser o arco utilizado para disparar flechas, o primeiro instrumento de corda... e uma ponta de flecha, a primeira palheta!!!

Algum músico (!?) num passado bastante distante deve ter observado que tocar uma corda (seja lá o que fosse uma corda naquela época!) com um pedaço de madeira, osso ou pedra, produzia um som com tonalidade e volume diferenciados.

Alguns cientistas em Katanda, África, desenterraram o que parece ser um tipo de instrumento de corda, acompanhado do que parece ser uma palheta, datados de aproximadamente... 70.000 anos. Com certeza, há mais de dois mil anos atrás, palhetas já eram bem utilizadas por egípcios, chineses e pelos povos árabes, sendo introduzidas na Península Ibérica com a invasão dos Mouros, em 711 D.C.

 

Os Materiais

Praticamente, todos os materiais naturais foram testados na fabricação de palhetas. Dentre eles, principalmente pedras, madeiras, ossos, marfim, conchas, madrepérola, couro, chifres, metais e casco de tartaruga marinha foram largamente testados, sempre na busca de um material que resultasse numa melhor combinação entre tonalidade e flexibilidade.

No começo do século retrasado, o casco de tartaruga marinha (infelizmente ainda não havia o Green Peace!) foi muito utilizado na fabricação de palhetas, que foram largamente exportadas da Europa para a América, tornando-se o primeiro material utilizado para a fabricação destes artefatos em escala industrial. No entanto, o processo era todo manual, lento e desde aquela época, já não visto com bons olhos pelos naturalistas.

A primeira grande resposta à busca, estava num dos materiais mais maravilhosos e revolucionários já produzidos pelo ser humano: a celulóide! O primeiro plástico comercial.

Descoberto por John Wesley Hyatt em 1870, a celulóide, um material semi-sintético, fez parte do cotidiano do mundo inteiro sob a forma de diversos objetos. Palhetas de celulóide foram produzidas em larga escala comercial, pois podiam ser fabricadas em diversos padrões de cores, espessuras e formas diferentes e comercializadas a baixíssimo custo... porém, esta ainda não seria a solução final!

Muitos outros materiais sintéticos e bem mais baratos começaram a ser descobertos e testados como palhetas, substituindo aos poucos a celulóide: polímeros, baquelita, acetato, acrílico, nylon, fibras plásticas de carbono, plásticos cerâmicos, delrin e, mais hoje em dia, plásticos compostos e laminados assim como material celulósico termoplástico.

Se a busca chegou a uma solução final... como podemos saber? As palhetas produzidas hoje são de altíssima qualidade e de vários tipos de plásticos especiais. Quem sabe a indústria ainda não revelará um material que fará com que as palhetas de hoje, soem como as primitivas de ontem...

 

A Primeira Palheta Impressa

Qual foi o primeiro artista, ou banda, a ter uma palheta personalizada???

Nick Lucas, ou melhor, Nicolas Lucanese, nasceu em Newark, New Jersey em 22 de agosto de 1897 e sua maior contribuição ao mundo da música, foi seu estilo de tocar seu banjo, enquanto cantava, com uma palheta plana (como conhecidas hoje em dia as palhetas!), pois naquela época, praticamente, só se utilizavam as palhetas de dedo, que são palhetas que ficam presas ao dedo.

No começo dos anos 30, Joe Nicomede, amigo de Luigi D'Andrea, trabalhou em um formato de palheta plana sugerido por Nick, resultando no formato mais famoso do mundo, conhecido hoje como Standard, ou No. 351. Naquela época, esse tipo de palheta ficou conhecida como Formato Nick Lucas e assim era pedida nas lojas. A primeira palheta impressa remonta desta época e tinha gravado o nome de Nick Lucas. Eram palhetas de celulóide com a gravação em ouro.

Infelizmente a voz de Nick calou-se em 28 de julho de 1982, porém, sua idéia de tocar seu instrumento segurando uma palheta e não tendo-a encaixada nos dedos, seguiu sua estória tornando-se hoje um acessório essencial para os músicos e verdadeiros objetos de desejo para os fãs, quando personalizadas.

O Museu das Palhetas possui algumas palhetas bastante raras de Nick Lucas dos anos 60 e uma, raríssima, que remete realmente aos anos 30, a mais rara de todas! Veja-as na sessão de fotos no link "Nick Lucas"!!!

 

Como Catalogar As Palhetas?

Embora muitos detalhes interessantes possam ser utilizados para catalogar as palhetas, do meu ponto de vista há cinco, mais importantes, para se observar ao descrevê-las. São eles:

 

1. Cor da palheta

Embora existam inúmeras cores de palhetas disponíveis, as mais utilizadas são: preta, cinza, branca, creme, amarela, laranja, vermelha, roxa, rosa, azul, ameixa e verde.

Logicamente, existem diferenças de tonalidade entre os fabricantes, por exemplo, uma palheta vermelha fabricada pela Fender, em geral não tem o mesmo tom de vermelho de outra palheta fabricada pela Dunlop, ESP, D'Addario, Pick Boy, etc.

Além disso, a cor pode ser: clara, escura, média, fosca, brilhante, néon, transparente, metálica, fosforescente (que brilha no escuro), entre outras.

Para exemplificar, uma palheta azul pode ser simplesmente azul ou azul fosca, azul metálica, azul néon, azul clara, azul transparente e assim por diante. Logicamente, cada um pode fazer a sua própria tabela de cores com mais ou menos diversificações para classificar suas palhetas. De um modo geral, estas aqui apresentadas são suficientes.

Alguns exemplos de cores de fundo mais comuns estão mostrados na foto abaixo:

Azul (Alabama - Jeff Cook), Amarela (Marilyn Manson - Johnny 5), Rosa (Faster Pussycat - Brent Muscat), Branca (Eagles - Don Felder), Preta (Danzig - John Christ), Vermelha (Ringo Starr Band - Mark Rivera), Verde (Kiss - Peter Criss), Roxa (Royal Hunt - Steen Mogensen), Cinza (Van Halen - Michael Anthony) e Laranja (White Zombie - Jay)

 

Existem vários outros tipos de padrão para definir a cor de uma palheta. Alguns mais freqüentes de se encontrar são:

Na foto abaixo podem ser vistos quatro padrões diferentes de fundo:

Xadrez Preto e Prata (David T. Chastain), Casco de Tartaruga (Alice Cooper - Stef Burns), Multicor (Creedence Clearwater Revisited - John Tristao) e Cinza Pérola (The Cult - Billy Duffy)

 

Naturalmente, existem várias outros padrões de cores compostas e de fundos para as cores das palhetas, tais como: cromada, marrom, dourada, prateada, glitter, incolor, entre outras.

 

2. Formato

Os principais formatos existentes para palhetas são:

· Padrão (Standard): o tipo mais comum de palheta... acredito que 90 por cento das palhetas fabricadas e utilizadas são neste formato;

· Elíptica ou Cunha: (Elliptical ou Wedge): geralmente utilizadas por baixistas por serem maiores e mais robustas, facilitando tocar as cordas mais grossas. São no formato de um triângulo eqüilátero, porém com os lados curvados;

· Triangular (Triangle): são palhetas no formato exato de um triângulo eqüilátero com os lados retos. Também são bastante utilizadas pelos baixistas por tratarem-se de palhetas maiores e mais robustas. Em geral são palhetas grossas;

· Jazz: são palhetas que lembram as do formato padrão, porém, em geral, são um pouco menores;

· Lágrima e Mini-Lágrima (Tear Drop e Small Tear Drop): são palhetas menores do que as Jazz e têm um formato de gota - daí a denominação - sendo as palhetas mini-lágrima, um pouco menores ainda;

· Barbatana de Tubarão (Shark Fin): são palhetas cujo formato lembram realmente uma barbatana de tubarão. São mais ou menos do tamanho de uma palheta padrão;

· Outros: podem existir infinitos formatos para palhetas... novamente, depende da imaginação de cada um! No entanto alguns formatos menos utilizados, porém já comuns e padronizados são: Coração, Sextavada ou Diamante, Formatos Poligonais e palhetas de dedo.

Assim como foi comentado no item anterior, existem pequenas diferenças entre os formatos de acordo com o fabricante, porém, de um modo geral, é isto.

A foto abaixo mostra vários formatos de palhetas:

Padrão (Live), Elíptica (White Zombie - Sean), Triangular (Mr. Big - Billy Sheehan), Jazz (Mr. Big - Paul Gilbert), Lágrima (Hades), Mini-Lágrima (The Mavericks), Barbatana de Tubarão (Therapy? - Michael Mc Keegan), Coração (Joan Jet & The Blackhearts - Ricky Byrd) e Diamante ou Sextavada (Loudness - Akira Takasaki)

 

3. Impressões e gravações

As gravações e impressões podem aparecer em apenas uma face da palheta ou em ambos os lados da mesma. São elas as responsáveis pelas principais caracterizações utilizadas ao descrevermos uma palheta. Existem inúmeros tipos de impressões e gravações e as principais categorias estão definidas a seguir:

· Logotipo da Banda ou do Artista: quando há um logotipo da banda ou do artista impresso na palheta. Não se trata apenas do nome, mas realmente um logotipo;

· Logotipo do Fabricante: quando aparece um logotipo do fabricante, não apenas o nome, mas realmente um logotipo. Os mais comuns de serem vistos são logicamente dos maiores fabricantes: Dunlop, Fender, D'Addario, Pick Boy, Dean Markley, D'Andrea, ESP e Gibson;

· Nome: pode ser o nome da banda, do artista ou mesmo do fabricante, porém, que não se trate de um logotipo e nem de uma assinatura;

· Assinatura: trata-se de um dos itens mais legais de uma palheta! Na grande maioria das vezes aparecem assinaturas referentes ao guitarrista ou ao baixista da banda. Porém, existem músicos como bateristas, tecladistas, vocalistas ou outros, que também fazem palhetas para fins promocionais. Um caso clássico são as palhetas de Peter Criss, batera do Kiss, que sem dúvidas, é um dos músicos "fora-das-cordas", que mais possui palhetas personalizadas. Só para citar mais alguns, Nick Menza, ex-baterista do Megadeth, Jon Oliva, vocais e teclados do Savatage e Mick Jagger (sim, ele mesmo!), possuem palhetas personalizadas!

· Desenhos: para mim, trata-se do estado-da-arte de uma palheta! É inspiração pura! Existem artistas que não ligam muito para desenhos em suas palhetas; por outro lado, existem verdadeiras mini obras de arte, tanto no caminho da beleza quanto no caminho do bom senso. Na minha opinião, palhetas com desenhos bem sacados são absolutamente... "Fantásticas";

· Fotos: alguns artistas colocam suas fotos impressas nas palhetas. Vale ressaltar aqui, que muitos artistas utilizam suas caricaturas nas palhetas, mas estes casos devem ser incluídos no item "desenhos". O que vale aqui é a foto impressa mesmo! Um caso famoso é o das palhetas do B.B. King, que tem vários tipos de fotos impressas em diversas de suas palhetas. Outra banda bastante conhecida que utiliza fotos de seus músicos nas palhetas é a banda norte americana Cheap Trick.

A foto abaixo mostra mostra alguns exemplos de impressões:

Logotipo da Banda (Bachman-Turner Overdrive - C. F. Turner), Logotipo do Fabricante (D'Addarrio - Dave Salyer), Nome (Fleetwood Mac - Dave Mason), Assinatura (Ozzy Osbourne - Zakk Wilde) e Desenho (Skid Row - Rachel Bolan)

 

... e a foto abaixo mostra três Palhetas com as fotos impressas dos artistas:

Cheap Trick (Tom Peterson e Rick Nielsen) e B. B. King

 

Finalizando, vale ainda ressaltar que é bastante comum aparecer palhetas que combinam várias destas características simultaneamente, apresentando por exemplo, assinatura do artista, logotipo da banda, desenho, etc. numa única face.

A foto abaixo mostra três palhetas com características combinadas em uma única face:

Logotipo da Banda e Nome (INXS - Kirk Pengilly), Assinatura e Nome (John Entwistle) e Assinatura  e Logotipo do Fabricante (Kamelot - Thomas Youngblood, SIT Strings)

 

4. Marcas de uso

As Marcas de Uso são uma classificação um tanto pessoal e descrevem o estado da palheta, ou seja, se ela está novinha, se está riscada, raspada, ou se foi ou não usada pelo músico. De um modo geral, costumo classificar minhas palhetas da seguinte forma:

· Sem Uso: quando a palheta está novinha, sem arranhões, sujeira ou outra marca qualquer de desgaste. Geralmente palhetas nestas condições são obtidas diretamente dos artistas, equipes de trabalho e promotores de shows, sem terem sido utilizadas;

· Uso Leve: quando a palheta apresenta marcas leves de risco ou de desgaste por terem sido pouco utilizadas num show, em algum ensaio, ou ainda numa passagem de som;

· Uso Médio: quando algum arranhão se faz mais pronunciado ou ainda, quando a palheta tem pequenos picotes nas laterais devido ao seu uso um pouco mais prolongado. Porém, esse desgaste não prejudica a visualização da impressão ou da gravação contida na palheta. Muitos colecionadores gostam destes tipos de palhetas por terem, diríamos, "cumprido suas missões";

· Uso Pesado: é quando a palheta realmente FOI-PRÁ-GUERRA! Geralmente, estas palhetas apresentam um desgaste bastante acentuado devido ao seu uso prolongado, prejudicando, ou mesmo tornando quase impossível, a visualização de qualquer impressão ou gravação.

 

A foto abaixo mostra três tipos de palhetas em diferentes condições de uso:

Sem Uso (Cinderella - Sammy Bones), Uso Médio (Death Angel - Rob Cavestany) e Uso Pesado (Cats: Choir - o outro lado está praticamente ilegível!)

 

5. Espessura

Neste item a diferença entre fabricantes também é grande, cada um adotando medidas particulares para definir a espessura de suas palhetas. Porém, genericamente falando, as palhetas são classificadas de acordo com esta característica da seguinte forma:

· Fina (Thin ou Soft): tratam-se de palhetas bem finas e muito flexíveis;

· Média (Medium): é a espessura mais comum e mais utilizada. Combinada com as palhetas do formato Standard, geram o tipo de palheta mais utilizado no mundo! Possuem um padrão intermediário de espessura e flexibilidade;

· Grossa (Heavy): é uma palheta mais dura e quase sem flexibilidade;

· Extra Grossa (Extra Heavy ou X-Heavy): trata-se de uma palheta bastante grossa, dura e inflexível.

 

Dificilmente a espessura aparece especificada numa palheta personalizada. Quando isto ocorre, geralmente a mesma aparece especificada em apenas um lado da palheta e pode vir designada das seguintes formas:

· Por Escrito: Thin, Medium, Heavy, Extra Heavy (ou X-Heavy);

· Por Uma Letra Indicativa: "T ou S" para as finas, "M" para as médias, "H" para as grossas e "XH" para as Extra Grossas;

· Em Milímetros: .50 mm, 1.0 mm, 1.14 mm, 2.0 mm, etc.

 

 Um exemplo destas medidas para servir apenas de modo ilustrativo da ordem de grandeza das espessuras, uma vez que elas também divergem de acordo com o fabricante, pode ser visto na tabela abaixo.

ESPESSURA

MEDIDA APROXIMADA (mm)

THIN

0,50

MEDIUM

0,75

HEAVY

1,00 - 1,50

X-HEAVY

2,00

 

A foto a seguir mostra três exemplos de como a espessura pode aparecer especificada numa palheta:

Em milímetros (Suicidal Tendencies - Dean Pleasants, 2.0 mm), pela letra (Bury Me Deep - Methis Metsola, M) e por escrito (Alice Cooper - Greg Smith, Extra Heavy)

 

O Valor

** Quanto custa uma palheta? **

Para mim o valor sentimental vem em primeiro lugar! Se eu gosto da banda ou do artista, a palheta, no meu entender, não tem preço. Se por outro lado o artista ou a banda não for do meu maior interesse, não me importa a raridade da palheta ou seu alto custo para um outro colecionador... para mim, não será uma palheta valiosa, uma palheta especial! Desta forma, além de ampliar minha coleção, minha principal meta é conseguir palhetas de bandas e artistas de quem realmente eu gosto.

Aliás, se alguém está pensando em lucros então o hobby perde sua caracterização transformando-se numa verdadeira "Dor de Cabeça"!!!

É importante lembrar que:

 

Ao se colecionar algo, o importante é se divertir com o que se está fazendo!!!

 

Como guardar e conservar a coleção?

A primeira coisa que faço quando adquiro uma palheta, qualquer que seja a procedência, é lavá-la bem com sabão neutro e secá-la cuidadosamente com um pano macio e absorvente. Isto evita que qualquer depósito de gordura dos dedos ou marcas de sujeira permaneçam na palheta. Após isto, ela não será mais tocada com as mãos. Jamais devem ser utilizados álcool ou produtos mais abrasivos para limpar as palhetas.

Ah, jamais coloquem fitas adesivas, tipo Durex, para prender suas palhetas num álbum ou coisas assim, pois certos tipos de celulose adoram "comer" a cola destas fitas podendo em muitas vezes, danificar permanentemente a palheta!

Posteriormente, cada palheta é catalogada numa listagem que eu chamo de Listagem Completa. Nesta listagem, aparecem as seguintes informações:

 

Banda: Cor da Impressão em Cor de Fundo / Formato / Impressos da Frente / Impressos de Trás / Curiosidades (quando tiver alguma!)

 

Feita a catalogação, a palheta é guardada em um álbum de folhas plásticas transparentes com bolsas, específico para se acondicionar uma coleção de moedas. Logo, essas folhas plásticas podem ser adquiridas geralmente em numismáticas ou filatélicas.

Quanto as curiosidades, em geral são citadas informações adicionais como: doador, turnê, artista - quando não aparece de forma explícita na palheta - e quaisquer outras particularidades, tais como... a briga-de-cachorro no chão do teatro para consegui-la... (quem vai a shows, na fila da frente, batalhar palhetas... sabe bem do que estou falando)!!!

Bem, por enquanto é isso!!!

Ah, você já viu a página sobre as Palhetas Manufaturadas? Se não, então dê uma olhadinha lá, pois tem muitas outras informações bem legais sobre como você pode fabricar as suas próprias palhetas!!!

Se você tiver algum comentário, critica e/ou sugestão para melhorar este pequeno informativo sinta-se à vontade para me enviar um e-mail. A sua participação é sempre muito bem-vinda!!! Para isso, é só clicar na palheta abaixo!

 

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